sábado, 18 - abril - 2026 : 20:06

Celulose lidera e exportações industriais de MS chegam a US$ 580 milhões em março

Este é o segundo melhor resultado já registrado para um mês de março em toda a série histórica das exportações industriais de Mato Grosso do Sul

Segmento com maior participação nas receitas de exportação até o momento foi Celulose e papel (40%) – Divulgação

A receita com a exportação de produtos industriais de Mato Grosso do Sul somou em março US$ 580 milhões, conforme levantamento do Observatório da Indústria da Fiems. O valor representa um recuo de 15% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando a soma chegou a US$ 679,1 milhões.

“Apesar do recuo, ainda assim, trata-se do segundo melhor resultado já registrado para um mês de março em toda a série histórica das exportações industriais de Mato Grosso do Sul”, destacou o economista-chefe da Fiems, Ezequiel Resende.

Ainda de acordo com o levantamento, no acumulado do primeiro trimestre de 2026, a receita totalizou US$ 1,75 bilhão, com queda de 5% frente ao mesmo período do ano passado, quando atingiu US$ 1,84 bilhão.

“Mesmo com a retração, este também é o segundo melhor resultado da série histórica para o período de janeiro a março”, completou o economista-chefe da Fiems.

Quanto à participação relativa, a indústria respondeu por 53% da receita total de exportações de Mato Grosso do Sul em fevereiro. No acumulado do ano, a participação do setor industrial foi ainda maior, alcançando 69%.

Grupos industriais que apresentaram maior participação nas receitas de exportação

Os segmentos com maior participação nas receitas de exportação até o momento foram Celulose e papel (40%), Complexo frigorífico (37%) e Óleos vegetais e demais produtos de sua extração (10%). Juntos, os segmentos responderam por 87% das exportações do Estado entre janeiro e março de 2026.

No grupo Celulose e papel, a receita acumulada nos primeiros três meses do ano é de US$ 692,2 milhões. O principal produto foi a pasta química de madeira (99,7%). Entre os principais compradores estão China (52%), Itália (9%), Turquia (8%), Holanda (6%) e Estados Unidos (5%).

O Complexo frigorífico somou US$ 644,1 milhões de receita entre janeiro e março. Os principais produtos foram carnes desossadas congeladas de bovino (56%), carnes desossadas refrigeradas de bovino (19%) e coxas com sobrecoxas de frango desossadas e congeladas (4%). China (27%), Estados Unidos (20%), Chile (9%), Holanda (4%) e Uruguai (4%) lideram entre os principais compradores.

Já o grupo de Óleos vegetais e demais produtos de sua extração registrou receita de US$ 170,5 milhões no primeiro trimestre do ano. Os produtos mais exportados foram bagaços e resíduos da extração do óleo de soja (32%), óleo bruto de soja (28%) e farinhas e pellets da extração do óleo de soja (27%). Índia (20%), Holanda (14%), Dinamarca (13%), Tailândia (9%) e Japão (8%) foram os principais destinos.

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