
Mato Grosso do Sul encerrou o último trimestre de 2024 com uma taxa de desocupação de 3,7%, a quinta menor do país, e registrou crescimento na renda média do trabalhador. Além disso, a informalidade no Estado ficou em 33,7%, uma das menores do Brasil, ocupando a sexta posição no ranking nacional. O rendimento médio subiu 1,64% em relação ao trimestre anterior, alcançando R$ 3.346,00.
Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e analisada no relatório do Observatório do Trabalho de MS. O estudo, elaborado pela Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul (Funtrab) e pela Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), destaca a estabilidade e o crescimento do mercado de trabalho no Estado.
Para o secretário da Semadesc, Jaime Verruck, os números confirmam o bom desempenho econômico de MS. “O Estado mantém um nível de atividade elevado, refletindo a continuidade do crescimento econômico e da geração de novas vagas de emprego”, avaliou. Segundo ele, a baixa taxa de desocupação reforça a solidez do mercado de trabalho sul-mato-grossense.
Verruck também ressaltou que o aumento da renda média dos trabalhadores impulsiona a economia estadual. “Com maior disponibilidade de empregos e mobilidade no mercado de trabalho, há uma pressão positiva sobre os salários, ampliando a massa salarial e fortalecendo o consumo interno. Isso beneficia pequenos negócios e contribui para o crescimento da arrecadação”, explicou.
Com um cenário de baixa desocupação, crescimento na remuneração e estabilidade no mercado de trabalho, Mato Grosso do Sul se consolida como um dos estados brasileiros com os melhores índices de empregabilidade. Esse avanço reforça o desenvolvimento econômico e fortalece a posição do Estado como referência na geração de oportunidades para a população.




















