domingo, 03 - maio - 2026 : 4:03

Banda Dagata e Os Aluízios busca apoio de fãs para finalizar disco

Dagata & Os Aluízios está finalizando seu terceiro disco, “A Rua dos Ipês” – Foto: Audiovisual

Terceiro álbum dos douradenses está pronto para prensagem e deve ser lançado até maio

A banda douradense Dagata & Os Aluízios está perto de lançar seu terceiro disco, “A Rua dos Ipês”. O sucessor do bem recebido TereréFonia (2014) está quase pronto, com músicas gravadas e produzidas, mas o lançamento passa pelos fãs. O alto custo da produção e prensagem do CD fez os integrantes da banda buscarem o “crowndfunding” ou simplesmente financiamento coletivo, onde amigos, fãs e pessoas interessadas em cultura e na disseminação da arte ajudam, com apoio financeiro, na realização dos projetos.

A opção do grupo não é uma novidade, pelo contrário, tem sido usada por músicos e bandas independentes para lançar suas obras. No ano passado, a banda carioca Picassos Falsos, utilizou o recurso para lançar “Nem tudo pode se ver”, seu quarto disco que teve a participação, entre outros, da vocalista do Pato Fu, Fernanda Takai. Seguiram esse caminho também os capixabas do Dead Fish em 2014 e a mais famosa delas, Raimundos, para lançar o disco “Cantigas de Roda” em 2013.

Esse vai ser o terceiro disco da banda formada em 2001 pelo vocalista Fernando Dagata e composta atualmente pelo baixista Cláudio Roos, guitarrista Tuli Pacito, baterista Willian Grando, percussionista Paulo Portuga e com participação mais que especial de Biko do Trombone. Esse último presente, ao lado de Dagata, no histórico show de Rio Verde, em 2001, quando apresentaram a música “Ramão Ramires”, uma das mais conhecidas.

Vaquinha

Para produzir o novo disco, a banda teve aprovado projeto no Fundo de Investimento à Produção Artística (FIP) da Prefeitura de Dourados, mas o valor disponibilizado não foi suficiente para cobrir toda a produção. Além da prensagem, precisam ainda ser pagas despesas com arte gráfica, fotografias e músicos. O prazo estipulado para arrecadação é até o dia 20 de janeiro.

De acordo com Dagata, a iniciativa está sendo bem aceita, mas o valor final ainda está longe de ser alcançado, meta que ele acredita ser possível com a ajuda de amigos e fãs na divulgação do financiamento coletivo. “As pessoas conhecem bem o nosso trabalho, sabem que é sério e feito com muito amor e estamos contando com a colaboração de quem está com o peito aberto e querendo colaborar com a música douradense”.

Para colaborar basta clicar em http://bit.ly/ruadosipes e fazer a sua doação. Pode-se também acessar o site vakinha.com.br e, na procura, digitar “A Rua dos ipês”. Não há indicação de valor e pode ser doado através do cartão de crédito ou boleto bancário qualquer quantia. Por enquanto, o valor já arrecadado está em torno de 16% da meta estipulada.

A Rua dos Ipês
O novo disco da banda douradense está mais rock’n’roll e universal do que TereréFonia, pelo menos essa é a avaliação de Fernando Dagata. O projeto começou a ser preparado em setembro de 2016 e desde então a banda passou por mudanças com as entradas de Tuli e Grando.

A pré-produção e ensaios foram feitos durante três meses em espaço cedido na Casa dos Ventos. Com as 11 músicas prontas, todas inéditas, os músicos passaram para o estúdio, em Campo Grande.  A produção ficou a cargo de Alex Cavalheri, conhecido na cena musical como tecladista da Banda do Velho Jack. “Ele colocou sua mão e seu coração, colaborou com arranjos e foi navegando onde podia ser mexido”.

O resultado, segundo Dagata, ficou além do esperado. “O disco ficou lindo. Um trabalho que nós demos o coração nas letras, na melodia, nos arranjos e para comprovar que não se faz apenas música sertaneja no Mato Grosso do Sul”. Para ele, a aposta foi em uma linguagem mais universal, diferente do seu antecessor. “Colocamos menos tinta no regional, para que quem ouvir na Austrália possa se identificar com o som que está rolando”. Mas questões sócias, uma marca da banda, estão presentes. “Isso não falta não. Agora a gente está falando… Ah, não vou dizer não. Vocês vão ouvir”, encerra.

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