
Livro acompanha a trajetória de Dilma, a 1ª presidente do Brasil - Divulgação
Presa durante a ditadura militar, Dilma Rousseff sentiu-se solitária quando foi libertada. “Quando saí da cadeia, eu senti uma coisa muito forte; eu senti uma grande solidão. Quem eu conhecia ou estava na cadeia, ou tinha saído do Brasil ou estava morto”, relata na biografia “A Vida Quer é Coragem”.
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Dos porões do DOI-Codi, a jovem foi levada ao Hospital Central do Exército com uma hemorragia provocada durante a sessão de tortura.
“Num artigo sobre a luta armada contra a ditadura, o sociólogo Marcelo Ridenti registrou a atuação de 434 mulheres em organizações clandestinas, das quais 43 foram mortas, a maioria sob tortura”, conta o autor.
Escrito pelo jornalista Ricardo Batista Amaral, o livro refaz os caminhos que levaram Dilma Rousseff à presidência da República. O autor reserva espaço para a vida pessoal da chefe do executivo, como a luta contra o câncer. (Folha)