Diretores do Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação – Simted de Dourados se reuniram com representantes da Secretaria Municipal de Administração da prefeitura para tratar da questão do pagamento da “ajuda de custo” conhecida como difícil acesso aos educadores que trabalham fora da área urbana do município.
Para tratar o assunto o Simted está montando uma planilha que comprova a necessidade real de custeio do percurso (ida e volta) que os professores e trabalhadores administrativos realizam. “Estamos juntando esses dados e tabelando em um software para mostrar a administração que é possível garantir este direito sem prejudicar o trabalhador da educação”, explica o presidente do Simted, João Vanderley de Azevedo.
O diretor do Departamento de Administração e Patrimônio do Simted, Pablo André Crespan, explica que alguns fatores não estão sendo levados em conta pela administração. “Temos que levar em conta além da distância, o desgaste do veículo, outros gastos com manutenção, a segurança do profissional. Por isso estamos levantando esses dados para discutirmos com a prefeitura a melhor saída”, afirma Pablo.
Na última reunião com a prefeitura também esteve presente o secretário de Finanças do Simted, Claudiomiro Gomes da Silva.
Em Dourados as distâncias que os educadores percorrem para trabalhar variam muito e pode ir de 11,5 km em uma Reserva Indígena, por exemplo, à 70 km, como é o caso do pólo educacional da Fazenda Mya. O mesmo ocorre em Itahum, onde para chegar ao serviço são 60 km de estrada sem duplicação e estado ruim. Uma próxima reunião deverá ocorrer nos próximos dias.